Mar 8 2010

Dicas de etiqueta ajudam internauta a evitar vexame nas redes sociais

As redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter são importante fonte de contatos e plataformas para conversas. Mas, tal qual no mundo off-line, você pode incomodar muita gente por lá sem perceber.

“Isso é um traço pessoal. Não é a internet que faz isso com uma pessoa”, explica Cristiano Nabuco, 47, psicólogo e coordenador do projeto Dependência de Internet, no Instituto de Psiquiatria da USP.

Acontece que, “como o indivíduo fica ‘protegido’ pela tela, ele se sente mais livre para colocar vontades e estilos de comportamento para fora, exercitar papéis diferentes”, diz o psicólogo.

Carlos Seabra, 55, coordenador editorial sobre educação na TV Cultura e consultor de projetos em internet, completa: “Um sujeito que só fala abobrinhas numa mesa de boteco vai incomodar três ou quatro pessoas; no Twitter, milhares. Incluindo eventuais freiras e outras senhoras.”

Pensando no bem-estar de seus amigos, a Folha Online separou algumas dicas para fazer bonito na internet. Tome nota:

Não obrigarás os amigos a fertilizarem tua ‘fazendinha’

Não é porque você adora um aplicativo ou comunidade do Facebook ou Orkut que todos os seus amigos também vão gostar. Pense nas pessoas adequadas quando for pedir ajuda na fertilização de sua plantação virtual, convocar para entrar em uma causa ou mesmo exibir sua condecoração no game Mafia Wars.

Se não houve retorno positivo ao convidar pessoas para algo, não insista. E tenha paciência: no telefone, a resposta é imediata; na internet, nem sempre os outros terão a mesma disponibilidade –ou interesse– que você tem para participar de certas atividades e conversas.

Não falarás em vão sobre qualquer assunto

Publicar comentários no Twitter sobre qualquer tema, só pelo hábito ou para responder a alguma moda do momento, pode não ser uma boa ideia. Seus seguidores podem preferir algo mais interessante ou útil.

Se o seu seguidor não conhecê-lo pessoalmente, vai simplesmente parar de segui-lo. No entanto, se ele for seu amigo fora da internet, pode se sentir mal em parar de te seguir no Twitter e vai aguentar textos chatos só para não te magoar.

Honra teu nome

Antes de publicar uma mensagem, lembre-se: falar é diferente de escrever. Vai ficar gravado, e depois poderá ser usado contra você.

Pense também no público que vai ler. Às vezes, seria adequado que uma só pessoa lesse seu texto, e não o mundo inteiro.

Lembra-te do grupo para o qual estás falando

Cuidado ao mandar a mesma mensagem para mais de um e-grupo (grupos de discussão) ou comunidade. Se forem de temas parecidos, vários dos participantes podem participar de ambos os grupos e acaba ficando chato receber textos repetidos.

Exagerar na divulgação de um evento, ideia ou fato pode ser considerado “spam”, o que irrita as pessoas e causa o efeito contrário ao desejado: desgosto pelo que se está divulgando –e por quem divulga.

Adequarás teu discurso

Ao participar de uma comunidade, veja se seus textos serão adequados.

Assim como você não entraria em um festa de gala de bermuda e camiseta regata, você também não seria bem visto se disparasse mensagens sobre música sertaneja ou funk em um grupo de rock. Ou se publicasse textos anticientíficos em um grupo que preza exatamente isso.

Por outro lado, quando for conversar privativamente com alguém –fora de grupos–, não crie estereótipos: não é porque você conheceu a pessoa em um ambiente esotérico, que ela só vá se interessar por esse assunto.

Não queimarás o próprio filme

Seja educado, assim como se espera fora da internet. Evite discurso preconceituoso, arrogante, insultos e escrever sempre em maiúsculas –correspondente à gritaria na internet.

Ao expor uma opinião, justifique. Outros poderão pensar de forma diferente sobre seu assunto, mas só terão como rebater de maneira civilizada a partir dos motivos de cada um.

A distância e possível anonimato na internet não podem ser usados como pretexto para criar um ambiente ruim.

Não criarás fakes

Você pode ser fã de alguém, como um astro do cinema, e querer imitá-lo; ou ainda cobrir seu perfil de expressões, fotos e estilos que estão na moda. Mas isso arrisca irritar seus amigos por causa das cópias: seja autêntico e não crie fakes (perfis falsos de outros).

Procure agir na rede com o mesmo comportamento que você tem pessoalmente.

Fonte: Folha Online por Maurício Kanno, 03/03/2010


Mar 8 2010

Vagas agora também no Twitter

Grandes empresas de recrutamento e seleção, como Asap, DMRH e Michael Page, começaram a usar o Twitter para publicar vagas e buscar profissionais. “O site é hoje uma das melhores ferramentas para anunciar empregos e medir em tempo real a resposta dos interessados”, diz Fabiana Nakazone, gerente do Grupo DMRH, de São Paulo. O site de recrutamento Elancers já divulgou 2 237 vagas desde maio do ano passado, que resultaram em 3 139 processos seletivos e 29 contratações pelo Twitter.

Nos setores de tecnologia, comunicação e publicidade o uso do Twitter para encontrar candidatos já é comum, mas há vagas em outras áreas também. A farmacêutica bioquímica Patrícia Yama, de 26 anos, conseguiu um emprego, no final do ano passado, de analista no laboratório Roche por meio de uma vaga publicada no Twitter pela gerente de marketing digital da companhia.

Ao ver o tweet (como se convencionou chamar os textos de até 140 caracteres publicados no Twitter) do anúncio, entrou em contato com a executiva e se colocou à disposição. O que a ajudou a conseguir a vaga? Primeiro, ela já seguia a Roche no Twitter, assim como outras empresas e pessoas que costumam escrever sobre o mercado farmacêutico. Em segundo lugar, Patrícia não se candidatou para qualquer vaga, mas para um cargo adequado ao seu perfil.

Finalmente, ela entendeu que o Twitter facilita o acesso ao recrutador, mas o que garante o emprego é o currículo e a competência que o profissional consegue demonstrar. “O currículo foi importante, mas na entrevista ficou claro que o meu comportamento proativo de seguir o mercado no Twitter foi um diferencial”, diz Patrícia.

Para o recrutador ou empregador, a maior vantagem de redes sociais, como o Twitter, Facebook e LinkedIn, é a ampla oferta de candidatos em potencial. “Mesmo que o profissional não se interesse pelo emprego, ele o encaminha a um colega que pode se encaixar no perfil desejado”, diz Fabiana, da DMRH.

De modo geral, as consultorias encaram o Twitter mais como um meio de divulgação de vagas do que como ferramenta de seleção. “Não pauto minha decisão por um profissional considerando somente seu perfil no Twitter”, diz João Paulo Camargo, diretor da Asap, que atua no Sul e Sudeste. Regra geral, as empresas costumam pedir às consultorias de recrutamento uma pesquisa mais aprofundada sobre os candidatos na etapa final da seleção.

Nesse momento, para delinear o perfil do candidato, as redes sociais são acessadas como fonte complementar de informação. Mas, segundo os recrutadores ouvidos pela reportagem, nenhum candidato chegou a ser desclassificado pelas postagens que fez no Twitter. Para quem busca um emprego as vantagens são o acesso direto ao recrutador e a oportunidade de ampliar a rede de relacionamento, o que pode acabar rendendo uma oferta. Foi o que ocorreu com o cientista da computação Roberto Viana, de 31 anos.

Ele trocou uma carreira de quase uma década em uma operadora de telefonia para ser gerente de produtos na Samba Tech, empresa mineira de softwares para gestão de vídeos na internet. “O diretor de marketing anunciou a vaga e um amigo meu, que o seguia no Twitter, achou que a posição me interessaria”, diz. Roberto entrou em contato com o diretor de marketing e o presidente da empresa pelo Twitter e LinkedIn.

“As redes sociais facilitam conhecer a empresa e o candidato melhor, e de forma mais rápida, o que me incentivou a fazer um contato pessoal. Liguei para o diretor de marketing, agendei uma entrevista. Tempos depois, recebi a proposta de trabalho”, diz. “O mais bacana foi que, após a entrevista, o próprio dono da empresa comentou no seu Twitter que havia gostado do meu perfil”, completa. Em geral, as redes sociais são ambientes informais, mas convém tomar alguns cuidados se a sua intenção é buscar um emprego na web. Se o perfil que você usa, ou avatar, para ficarmos na linguagem das redes sociais, é muito pessoal, é conveniente criar outro perfil, estritamente profissional — um espaço para compartilhar insights sobre sua área de atuação e assuntos relacionados ao trabalho.

Não pega mal postar que você está em busca de oportunidades. Só evite fazer críticas ao atual empregador: faz mal à sua imagem e o chefe pode descobrir. Outra dica é colocar informações de suas competências aliadas a uma ação. Por exemplo, “hoje apresentamos ao diretor da empresa o balanço do semestre. Foi um sucesso por causa disso e daquilo”. Mas não precisa ser algo muito sisudo.

Lembre-se, duas das características mais preponderantes do Twitter são a espontaneidade e a informalidade. Outro ponto fundamental é o design. Quando for criar seu avatar use uma fotografia ou desenho adequado para o seu perfil. Além disso, troque o pano de fundo (background padrão) para algo mais criativo, que remeta aos temas que você acompanha. Como os textos são limitados a poucos caracteres, deixe um link para seu currículo no espaço reservado à biografia.

Outra estratégia é utilizar a ferramenta TwitRes, que possibilita que você poste seu CV e o divulgue entre seus seguidores. O funcionamento é simples. Acesse twitres.com, clique em “Tweet Now” e coloque o mesmo login usado no Twitter. Você será direcionado a uma janela para fazer a inserção de seu currículo. O sistema gera um link que será automaticamente espalhado para toda sua rede de contatos. Agora que você já sabe como fazer, mãos à obra.

QUEM ACOMPANHAR

Confira a lista de perfis de empresas que divulgam vagas no Twitter :

• @CiadeTalentos

Oferece vagas para jovens profissionais, principalmente para trainees.

• @michaelpagebr

Oportunidades para executivos de média e alta gerência.

• @asapexec

Recruta profissionais de diferentes funções e mercados.

• @vagas

Oferece vagas e dicas sobre cursos.

• @DMRH

Trabalha posições com alto grau de complexidade. Portanto, é para profissionais mais experientes.

• @job4dev

Oportunidades no mercado de TI.

• @vagasnaweb

Oferece estágios e empregos para os profissionais de web.

• @EmpregoBrasil

Vagas para profissionais de todos os níveis.

• @elancers_net

Site de recrutamento, divulga empregos e publica notícias.

• @PCIconcursos

Divulga empregos, estágios e o calendário de concursos públicos.

• @curriculumvagas

Anuncia empregos para os mais variados níveis e funções em todo o Brasil.

• @link_zero

Oferece vagas para jornalistas.

• @frilas

Vagas para projetos específicos e temporários nas áreas de comunicação, publicidade e tecnologia.

. @publicijobs

Informações sobre freelances e empregos que possam interessar aos mais variados tipos de profissionais da área da Comunicação.

Fonte: Você S/A por Bruno Vieira Feijó, 01/03/2010


Sep 3 2009

Um novo mundo, uma nova contabilidade

Acompanhar a evolução do mundo nos últimos tempos não tem sido uma tarefa fácil. Smartphones, netbooks, blogs, twitter, audiobook, TV digital. As notícias giram pelo globo com a velocidade da luz, literalmente. Há uma enxurrada de informações que chegam aos nossos ouvidos, aos nossos olhos, nas nossas caixas de entrada. São torpedos, e-mails, internet com imagem. Mas, como digerir e processar toda essa enorme quantidade de informação? Informação é sinônimo de conhecimento? Ler e tentar assimilar tudo o que nos chega faz com que tenhamos tempo suficiente para nos dedicar àquilo que nos faz crescer e ser feliz? Será que a sensação de cansaço e falta de tempo não é resultado desse bombardeio de informação, fazendo com que nos sintamos confusos e reticentes?

Você pode estar se perguntando o que essa divagação tem a ver com contabilidade, que está no título e é o tema desse artigo. No entanto, essa reflexão fará todo o sentido do mundo quando lembrarmos que a evolução do mundo também chegou à nossa velha e querida contabilidade. Quem poderia imaginar que o método criado pelo Frei Lucca Pacciolo fosse sofrer tamanha transformação desde o século XV, quando foi criado? Um novo mundo está também surgindo na contabilidade, com a edição, no Brasil, de uma gama enorme de Pronunciamentos Contábeis, elaborados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), que estão mudando a forma com que as empresas e, portanto, os contadores deverão elaborar suas demonstrações financeiras.

Todos aqueles que se formaram há mais de cinco anos fatalmente terão que renovar seu conhecimento, reestudar a contabilidade, de certo modo apagar aquilo que aprenderam nos cursos de Ciências Contábeis, para, a partir da mesma base conceitual (fez bem quem se aplicou na matéria de Teoria Geral da Contabilidade), reconstruir toda a técnica de escrituração contábil e de elaboração das demonstrações financeiras. São tantas as novidades – e em tão pouco tempo – que é difícil acompanhar todas as normas divulgadas pelo CPC.

Evolução. Essa é a palavra de ordem – também na contabilidade. O que se procura, com essa nova estrutura, é produzir demonstrações que sejam globais. Afinal de contas, estamos alinhando nossas normas com as práticas internacionais adotadas na imensa maioria dos países desenvolvidos. Essa consolidação das normas contábeis acontece a partir das IFRS (International Financial Reporting Standards). O principal argumento a favor da implantação dessa nova maneira de fazer a contabilidade é o de permitir uma padronização de todas as demonstrações financeiras ao redor do mundo. Com um único padrão de normas, será possível comparar as demonstrações das empresas de um mesmo setor, não importa se elas estão na China, na Rússia, na Alemanha, no Canadá, no Chile ou no Brasil. Também permitirá a avaliação, por parte dos analistas e dos investidores, de diversos setores econômicos. Será uma evolução e tanto. Tentem imaginar o quanto é complicado comparar o grau de eficiência e de rentabilidade de uma empresa do ramo de varejo com outra, do ramo hospitalar. E, agora, dessas duas com uma indústria metalúrgica. As novas normas de contabilidade vão facilitar o trabalho.

É possível encontrar no mercado alguns profissionais e algumas empresas que parecem não dar a real importância aos pronunciamentos contábeis emanados do CPC. O argumento mais ouvido é de que essas normas somente se aplicam às sociedades anônimas e às grandes empresas, com ativos de R$ 240 milhões ou faturamento de R$ 300 milhões. Trata-se de um argumento inadequado. É fato que a Lei 11.638/07, também chamada de Nova Lei das SAs, obrigou somente as grandes empresas a observar as regras de convergência aos padrões internacionais de contabilidade. Também é fato que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis não tem poder de exigir o cumprimento de normas por ele divulgadas. Acontece que, até por não ter força normativa, o CPC necessita que os diversos órgã ;os reguladores dos diversos setores econômicos – tão díspares como o mercado financeiro, por meio do Banco Central, o mercado de ações, via Comissão de Valores Mobiliários, o mercado de seguros, pela Superintendência de Seguros Privados, o mercado de telefonia, por meio da Agência Nacional de Telecomunicações, entre outros – aprovem e adotem seus pronunciamentos.

É justamente aqui que nasce a obrigatoriedade de todas as empresas observarem as normas do CPC. O Conselho Federal de Contabilidade, órgão federal que regulamenta a profissão de contabilista, também tem adotado como Norma Brasileira de Contabilidade (NBC) os pronunciamentos contábeis publicados pelo CPC. Isso exige que todos os profissionais da profissão contábil observem essas regras, sob pena de ter seu registro suspenso ou cancelado. Em resumo, pode até ser que as médias e pequenas empresas não estejam obrigadas, por lei, a cumprir as regras do CPC. No entanto, é inegável que seus contabilistas, no exercício da profissão, estão, sim, obrigados a cumpri-las – o que nos coloca diante, não de um problema, mas de uma oportunidade.

A evolução é inevitável e é para todos. Temos que nos acostumar e, mais do que isso, nos adaptar à nova realidade. Saem-se melhor aqueles que conseguem superar os desafios e tirar proveito das oportunidades. As pequenas e médias empresas brasileiras que adotarem o quanto antes as normas do CPC certamente estarão um passo à frente dos seus concorrentes. Essa é uma prática de governança corporativa – mais uma novidade no cenário empresarial brasileiro. As pequenas e médias empresas que saírem na frente vão ter melhor avaliação do mercado de crédito e vão atrair mais investidores, ávidos por aplicar seu capital em empresas promissoras e bem administradas. Um novo mundo, uma nova contabilidade.

Agência IN por Enio De Biasi, 03/09/2009


Sep 3 2009

Por que as empresas precisam usar o Twitter?

O Twitter veio pra ficar. Conquistou internautas, artistas, jornalistas, intelectuais, chefes de Estado e, mais recentemente, tem chamado a atenção das empresas. De olho nos benefícios e possibilidades desta ferramenta de comunicação, gigantes como Dell, Ford, Samsung, Starbucks e Kodak aderiram ao Twitter, utilizado principalmente para a divulgação de seus produtos, promoções e novos lançamentos.

No Brasil, as empresas também começam a atentar para sua importância. Já existem livros, como o lançado recentemente pela Talk, com orientações sobre como tirar o melhor proveito do Twitter. O guia “Tudo o que você precisa saber sobre Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)” é dividido em capítulos fáceis de ler e atende tanto ao usuário que não conhece nada da ferramenta, quanto àquele que já tem um bom conhecimento de como ela funciona.

No caso das empresas, elas estão se conscientizando das boas oportunidades de negócios e da interatividade que elas podem ter com os seus clientes através do Twitter. Um bom exemplo é o de uma padaria do Rio de Janeiro, que usa o microblog para comunicar que está saindo uma nova fornada de pães quentinhos. Outro é o da companhia aérea americana JetBlue, que faz do Twitter uma espécie de Serviço de Atendimento ao Consumidor, dando ao cliente uma alternativa simples e eficiente de entrar em contato com a empresa. A rede americana Wal-Mart criou em seus supermercados no Brasil uma conta no Twitter específica para os consumidores, como parte de sua estratégia de vendas on-line.

5 dicas sobre Twitter para as empresas

Fora algumas iniciativas isoladas, poucos empresários brasileiros se deram conta do poder de alcance dessa rede. Se a sua empresa deseja aumentar a presença na Web via Twitter, aí vão as dicas mais importantes para utilizar essa ferramenta.

Estabelecer conexão com clientes – dar vazão aos entusiastas, promover relacionamento, discutir tópicos relacionados à área de atuação e conversar com pessoas que por algum motivo não conhecem ou não deixam comentários no blog da empresa.

Escutar – saber receber elogios e críticas, acompanhar a conversa sobre assuntos de interesse da empresa de uma maneira que não é possível por outros veículos, fazer perguntas, estar onde a conversa está e não esperar o cliente entrar em contato, aproveitar a força do testemunho espontâneo, utilizar esse material para produzir relatórios periódicos.

Humanizar a empresa – mostrar que existem pessoas de verdade que se preocupam com seus clientes, favorecer a participação e o interesse de funcionários e ex-funcionários que acompanham a atuação da empresa pelo Twitter, ser capaz de falar sobre coisas ruins, promover a transparência.

Informar – o Twitter se torna uma extensão do blog para compartilhar novidades, educar o consumidor em relação a informações erradas, responder na hora tirando proveito da possibilidade de falar em tempo real.

Promoções – atrair clientes ativos na rede organizando eventos presenciais, distribuindo brindes. No caso de empresas de entretenimento, é possível realizar encontros com fãs, distribuir fotos exclusivas e tuitar ao vivo de eventos.

A dica geral é: não sobrecarregue a sua audiência e seja honesto, acessível, rápido e divertido.

Agência IN por Luiz Alberto Ferla, 31/08/2009