Jun 15 2010

Bancos ouvem reclamações de clientes por meio das redes sociais

O uso de redes sociais pelos bancos foi um dos temas debatidos durante o Ciab 2010 (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras), que neste ano foca suas atenções na Geração Y. Com o passar dos anos, a modernização da tecnologia e os clientes cada vez mais jovens, os bancos estão buscando uma aproximação maior com os seus clientes. E, com o objetivo de estar mais presentes no dia-a-dia dos correntistas, a participação em redes sociais – como Twitter, Orkut e Facebook – se faz necessária.

Mas não é só para divulgar informações da instituição que os bancos utilizam esses sites. Ao contrário! Executivos de algumas entidades dizem que mais do que falar com o cliente, os perfis nas redes servem para ouvir os clientes, já que, muitas vezes, as redes servem de válvula de escape de seus usuários, que divulgam, por vontade própria, serviços onde foram bem atendidos e, principalmente, serviços onde não tiveram suas expectativas atendidas.

Melhorando os serviços
Com o número de instuições financeiras diminuindo – já que muitos bancos se uniram nos últimos anos, é óbvio que as empresas tentam a cada dia melhorar seus serviços e preços, para atrair cada vez mais clientes. E, nesse intuito, as redes sociais são ferramentas muito importantes, já que por meio delas é possível saber o que agrada e o que desagrada os correntistas.

A notícia é boa para os clientes, já que uma reclamação consistente pode mesmo resultar em uma mudança e um serviço mais condizente com as expectativas. Não é raro que, após detectar uma reclamação – alguns bancos possuem profissionais especifícos para vasculhar a internet em busca de comentários onde o nome da companhia apareça -, uma equipe verifique a veracidade da informação (seja ela uma reclamação sobre o SAC ou um serviço que desagradou o correntista) e tome providências para melhorar o que está atrapalhando o relacionamento da instituição com os seus clientes.

Porém, como o assunto é relativamente novo dentro das instituições e manter um perfil em uma rede social exige profissionais capacitados para isso – já que a conta precisa ser atualizada com frequência, trazer assuntos relevantes e ter certo jogo de cintura para responder as críticas dos clientes -, nem todos os bancos possuem perfil no Twitter, que atualmente é uma das redes sociais mais populares do mundo.

Entre as principais instituições, podem ser seguidas o Bradesco (@bradesco), o  Banco do Brasil (@bancodobrasil) e o Real/Santander (@santander_br). O Itaú, embora possua Twitter de sua corretora (@itaucorretora) e do seu departamento de relação com os investidores (@itauunibanco_ri), não possui um perfil do banco em si. Além desses, HSBC, Caixa Econômica Federal e Safra também não fazem parte da rede.

Fonte: Infomoney por Tabata Pitol Peres, 14/06/2010


Jun 15 2010

Cinco truques para fisgar o recrutador na internet

Na hora de montar um currículo para a web, a ordem é sair do básico. Para conquistar o recrutador, vale abusar de palavras-chaves, apostar em ferramentas multimídia e até comprar links patrocinados.

A primeira estratégia para isso é criar meios para que o currículo apareça em destaque nos sistemas de busca da internet. Esse programas são projetados para encontrar informações em uma base de dados a partir de uma gama de palavras-chaves.

“O candidato tem que pensar: se eu fosse procurar uma pessoa para esse cargo, que tipo de palavras colocaria no campo de busca?”, diz o headhunter da consultoria Michael Page, Macerlo  Cuellar.

Saber prever os termos que serão pesquisados pelo recrutador, contudo, não é suficiente para fazer um bom currículo na internet. De acordo com os especialistas, os candidatos devem ser criativos, objetivos e precisos no uso da web. Saiba como conseguir seguir essa fórmula.

1. Invista em palavras-chave

A premissa básica para quem não quer cair no ostracismo na internet é apostar nas palavras certas. Fica em evidência no Google, ou em outros sistema de busca, quem souber escolher os termos certos para compor o currículo.

“Nós fazemos um filtro. Se o candidato não colocou as palavras-chaves que procuramos em nosso sistema, ele será automaticamente eliminado”, diz Ellen Macedo, gerente de recrutamento da consultoria Deloitte. No último processo de seleção de novos talentos, a empresa recebeu mais de 30 mil currículos. Toda a triagem foi feita na internet.  Segundo a recrutadora, perdeu a vaga quem não soube  elaborar o currículo direito.

A sugestão, então, é fugir dos adjetivos vagos e usar fatos e termos mais precisos. “O candidato tem que divulgar resultados, dados quantitativos. Quem vai concluir sobre as idéias qualitativas são os recrutadores, durante a entrevista”, diz Cuellar.

Colocar o nome de todas as empresas em que trabalhou – mesmo se por um curto período de tempo – também é essencial para que o currículo se destaque nos sistemas de busca. “Nós, geralmente, usamos três termos na pesquisa: o segmento de atuação, principais empresas relacionadas à área e conhecimento de tecnologias”, afirma André Assef, diretor comercial da consultoria Desix. Candidatos que se preocupam em mencionar esses três pontos, ganham visibilidade.

2. Preencha todos os campos

Na hora de fazer o cadastro nos sites especializados em recrutamento online, fique atento para preencher todos os campos. “Se a empresa pediu a informação na ficha de inscrição é porque a considera importante”, afirma Ellen.

De acordo com ela, quanto mais detalhista o candidato for, melhor. Isso significa, por exemplo, que é importante descrever as atividades que exerceu em cada umas das empresas ou detalhar a quais os cursos que já participou.

Mas, não se esqueça: “Excessos são prejudiciais”, diz Ellen ao lembrar-se de um candidato que mencionou, no currículo, a medalha que ganhou em uma competição de natação aos 4 anos de idade. Por isso, seja cauteloso e mencione apenas aquilo que for realmente relevante para o cargo em questão.

3.    Aprofunde com links

Apesar da internet ao mesmo tempo exigir e possibilitar que o candidato coloque mais informações no currículo, é essencial fazer isso de maneira objetiva. Segundo os especialistas, o material não pode ter mais do que três páginas.

Para tornar seu currículo mais relevante, nesse sentido, utilize hiperlinks. “O formato da internet oferece condições para que você cumpra o básico em uma página, mas explore mais alternativas com os links”, diz Assef.

Mas, equilíbrio é fundamental. Páginas com conteúdo pessoal devem ficar longe do currículo. Opte por links para seu perfil do Linkedin, blogs ou sites com um caráter mais profissional. “Se conheço um dos contatos do candidato no Linkedin, posso pedir referências”, diz Ellen. Uma boa indicação, nesse caso, pode ser decisiva durante o processo de seleção.

4.    Abuse dos serviços da internet

As ferramentas colaborativas da internet podem ser ótimos aliados para quem procura um emprego. Criar blogs, sites ou simplesmente manter uma conta de Twitter com conteúdo profissional é essencial para se destacar nesse universo.

Mas,  para fisgar o recrutador à primeira vista, vá além disso. Uma dica é desenvolver uma página com os recursos do Google Maps para indicar as empresas que você já trabalhou e as atividades que exerceu em cada uma delas, por exemplo. Feito isso, basta criar um link para a página no currículo.

Os mais ousados podem pagar por links patrocinados do Google e relacionar o site com o currículo aos nomes dos principais recrutadores ou gestores da área em que atua. Quando essas pessoas procurarem por seus próprios nomes no Google, darão de cara com o link para seu currículo.

“Essas iniciativas atraem muito mais minha atenção do que quando o candidato apenas envia um currículo anexado por e-mail”, afirma Assef.

5.    Não se esqueça do básico

Quando o assunto é currículo para a web, o internetês deve ser abolido do seu vocabulário. Errar no português é um dos principais pecados capitais em um processo de seleção. Mesmo na web, esse deslize pode culminar em eliminação.

E já que, na internet, é mais fácil obter informações sobre qualquer pessoa, não caia, em hipótese alguma, na tentação de maquear dados ou mentir escancaradamente. Para driblar esse erro, veja quais as cinco mentiras mais contadas no currículo.

Como na vida analógica, tente descobrir onde seus pares estão. “Para chamar a atenção, use os meios por onde os recrutadores transitam”,  afimar Cuellar. Assim, participe ativamente de fóruns de discussão famosos na sua área de atuação, use o Twitter, caso a ferramenta seja relevante em seu setor e crie um blog. Faça de tudo para aparecer, mas sem perder o equilíbrio e a coerência com seu perfil profissional.

Fonte: Portal Exame por Talita Abrantes, 28/05/2010


Jun 15 2010

Líder, por que a equipe o segue? Conheça os níveis de liderança e saiba a resposta!

Se você ocupa um cargo de liderança, já deve ter se perguntado quais motivos levam a sua equipe a colaborar com você. Será por empatia, confiança ou lealdade?

De acordo com o conferencista e escritor, professor Menegatti, que participa da quarta edição do ConviRH – Congresso Virtual de Recursos Humanos, realizado pelo RH.com.br, os motivos que levam os membros de uma equipe a seguirem seus líderes podem variar conforme o nível de liderança ocupado pelo dirigente: Posição, Relacionamento, Resultados, Desenvolvimento Pessoal e Caráter.

Assim, um líder que se encontra no primeiro nível de desenvolvimento, o de Posição, por exemplo, é seguido porque as pessoas não têm outra opção, ou seja, a liderança está baseada no cargo e não no talento do profissional.

Outros níveis

Já um líder que se encontra no segundo nível, o de Relacionamento, constrói sua liderança por meio das relações. Assim, as pessoas o seguem porque desejam, sendo que este líder concentra seu tempo, energia e atenção nas necessidades e desejos dos seus liderados.

Por outro lado, alerta Menegatti, pessoas que não conseguem construir relações fortes e duradouras podem ter problemas em cargos de liderança, pois, segundo ele, “elas logo descobrirão que são incapazes de manter uma liderança longa e eficaz”.

No terceiro nível, conhecido como o do Resultado ou Capacidade, o líder é seguido pelo que fez e continua fazendo pela empresa. As pessoas o admiram e se reúnem para obter resultados. O quarto nível, de Desenvolvimento Pessoal, é caracterizado pela lealdade. Em outras palavras, os membros seguem o líder pelo que ele fez por eles.

Neste caso, explica o professor, o líder é seguido pela capacidade de criar novos líderes. “Sucesso sem sucessor é fracasso (…) O verdadeiro líder é reconhecido porque sua equipe apresenta desempenhos superiores”.

Caráter e persuasão

Por fim, o último nível de liderança é o do Caráter. Este líder passou por todas as etapas e cresceu não só profissionalmente, mas também como pessoa. “Quem deseja ser líder deve se preocupar mais com seu caráter do que com a reputação”, diz Menegatti.

Além de elevar os níveis de liderança, quem quer ter sucesso na carreira como líder, alerta o especialista, deve reconhecer que ninguém faz nada sozinho e aprender a ser persuasivo, sendo que a persuasão eficaz é uma ação racional e não resultado de imposição.

“Os verdadeiros líderes tiram os holofotes de si e colocam na equipe. Estar sempre sob os holofotes acaba por deixar a pessoa cega”.

Fonte: Infomoney por Gladys Ferraz Magalhães, 24/05/2010


Jun 15 2010

Empreendedores profissionais: quem são e o que querem?

Para quem acompanha de longe o mundo corporativo, deixar um cargo de alta gerência em uma grande empresa para assumir outra, em processo de falência, parece loucura. Porém, para Lourival Kiçula não foi tão difícil sair da presidência da Sanyo do Brasil, em 1998, para assumir a Tec Toy, que estava em concordata. Ele não sabia, mas naquele momento tornava-se um empreendedor profissional.

“Esse profissional escolhe sair do mundo corporativo para tomar a frente de uma empresa, não como dono, mas como gestor”, afirma Flavia Gisela Wahnfried, líder da prática de Executive Search da Piccini & Fumis Consulting and Management. O que parece ser um perfil de líder padrão, porém, se diferencia pelos motivos e forma como assume o negócio. “O empreendedor profissional é aquele que sai do mundo corporativo quando o desejo por desafio é maior que o oferecido na empresa onde ele trabalha”, explica.

Foi o desafio que fez Kiçula, hoje presidente da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), sair da empresa onde trabalhou durante oito anos, e mantinha uma carreira sólida, para gerir uma outra em condições não tão estáveis assim. Em 1998, a Sanyo estava em processo de mudanças. Querendo sair da rotina que ele se impôs ao longo dos anos, Kiçula aproveitou o momento e saiu. “Eu não queria zona de conforto”, afirmou.

Foco: desafio

Quando se desligou da empresa, Kiçula recebeu quatro propostas para assumir cargos de gestão. Das quatro, a Tec Toy apresentava o pior quadro. Mas foi o que ele escolheu. “O que me encantou era justamente o desafio. Concordata em andamento é uma loucura, mas eu confiava na empresa e no produto”, explica, pontuando que contou com a total confiança dos acionistas da empresa para atuar da forma que achava correta. “Como ninguém faz nada sozinho, eu formei uma equipe de primeira, que eu confiava”.

Essa confiança na empresa, no negócio, na equipe e em si mesmo revelam mais um traço do empreendedor profissional. “De maneira geral, o empreendedor profissional tem uma experiência consolidada em grandes empresas e utiliza os conhecimentos que adquiriu para aplicar em produtos e negócios que confia”, explica Flavia.

Mas então por que não abrir o próprio negócio? Para a especialista, esse é mais um ponto que diferencia os empreendedores profissionais. “Os empreendedores profissionais não abrem o próprio negócio porque o que interessa para eles é justamente o processo de gerir uma empresa em formação”, diz. Além disso, ela cita que muitos simplesmente não tiveram uma grande ideia a ponto de abrir uma empresa. “Ou mesmo porque ficaram confusos com tantas opções”, considera Flavia. ” Ele quer entrar no grande momento do negócio, que é fazer ele ter sucesso”.

Kiçula teve sucesso. Conseguiu recuperar a Tec Toy e deixou a empresa há quatro anos em boas condições para continuar no mercado. “Só pela satisfação de tirar a empresa da concordata fez a experiência valer a pena”, pontua.

Insatisfação é peça-chave

Como Kiçula, muitos outros profissionais experientes no mercado ficam insatisfeitos com a situação do ambiente onde atuam, assim como são muitos os que permanecem nessa situação por não vislumbrarem alternativas. Kiçula soube o momento certo de mudar o rumo da carreira. Mas esse ponto não é igual para todos. “O momento certo é o de cada um, mas geralmente ocorre quando há maturidade profissional”, explica Flavia.

Ela ressalta que as motivações para que um profissional se torne um empreendedor profissional são pessoais. Além da insatisfação no trabalho, eles também buscam, nesse novo rumo da carreira, mais espaço para atuar e mais estímulo para criar. Mas a mudança, mesmo que atraente, não é fácil. Para tanto, é preciso maturidade emocional, uma vez que cenários que envolvam instabilidade geram questionamentos por parte da família.

Não foi o que aconteceu com o presidente da Eletros. A esposa e os sete filhos apoiaram a decisão. A família de Kiçula não duvidou que a empreitada não daria certo – nem ele mesmo. “Em nenhum momento eu questionei a minha decisão”.

Empreendedor profissional no mercado

Para Flavia, a diferença entre o empreendedor tradicional e o profissional é clara. Enquanto o tradicional não está envolvido no negócio total da empresa, o empreendedor profissional acompanha cada passo do processo de crescimento. “Ele tem uma atuação mais ampla e com mais desafios”, completa.

Porém, no mercado, essa diferença ainda não está clara. “O que percebemos é que os empreendedores tradicionais não conhecem o perfil do empreendedor profissional. Isso ainda está se difundindo no mercado”, afirma Flavia.

Segundo ela, aqueles que abrem um negócio chamam profissionais de confiança para ajudá-los a gerir. Se ele não restringir a atuação desse profissional, ele contratou um empreendedor profissional mesmo sem conhecer essa denominação. “A demanda por esse perfil, existe. Quem está abrindo um negócio quer um empreendedor qualificado para ajudá-lo. Mas é preciso explorar o potencial desse perfil, para que ele seja um empreendedor profissional”, explica Flavia. “O mercado ainda não está preparado”.

Fonte: Infomoney por Camila F. de Mendonça, 18/05/2010


Jun 15 2010

10 Dicas quentes para Evitar Esquecimentos

1 – Esqueceu o aniversário da mulher, do filho.

Explicação: Existe uma diferença gritante entre não lembrar e não saber a data, normalmente a gente sabe a data, mas lembrar depende do estimulo que você dá a memória.

Dica: Pegue um destes calendários de geladeira e coloque no espelho do banheiro. De manhã, enquanto você estiver escovando os dentes olhe para ele e pense um pouco sobre a data que está vivendo. Fazendo isso, você não apenas lembrará o aniversário de alguém, mas também de uma porção de outras coisas importantes.

2 – Esqueço o texto que acabei de ler.

Explicação: É importante saber que a fixação definitiva de um texto não ocorre durante a leitura, mas ao término.

Dica: Durante a leitura atente-se aos detalhes importantes do texto. Idéias, números, datas, personagens, assim você alimenta a sua memória e, imediatamente após a leitura faça a fixação explicando todos aqueles detalhes do texto para si mesmo.

3 – Não encontro a carteira de trabalho ou o cartão de vacina.

Explicação: Não se lembrar de documentos, cartões de benefícios, certidão de nascimento, título de eleitor é o mesmo que uma pessoa salvar arquivos no computador sem prestar atenção onde. Não podemos confundir falta de memória com falta de organização.

Dica: Neste caso, arrume uma pasta para documentos importantes, organize tudo e guarde em um local em que poucos tenham acesso. Lembre-se: retirou um documento, devolva-o!

4 – Fechei a porta de casa?

Explicação: Quando você se acostuma a fazer todos os dias a mesma coisa do mesmo jeito, acaba mecanizando o processo. Este é o efeito negativo da rotina.

Dica: Ao fechar a porta de casa, ao ativar o alarme do carro tenha a consciência presa ao que esta fazendo e terá a certeza de que o fez. Converse consigo, diga: – Porta trancada. Alarme ativado.

5 – Não me lembro do trajeto para chegar a determinado lugar.

Explicação: Não se lembrar de um trajeto é explicado pela ausência do foco visual nos detalhes.

Dica: Para memorizar o trajeto que percorreu faça marcações mentais de lugares específicos: posto de gasolina + praça + loja + restaurante. Desta forma você cria um mapa mental que facilitará o retorno ao mesmo lugar.

6 – Onde deixei o carro?

Explicação: Este é um bom exemplo de falta de atenção ao lugar onde estacionou.

Dica: Para lembrar-se da vaga, faça associações do local, por exemplo: VAGA C6. Imagine C de cavalo com 4 patas + 2 penas do cavalheiro, C6.

7 – Objetos pessoais. Onde deixei o celular?

Explicação: Sempre esquecemos os objetos que se afastam de nós, por exemplo: o celular sobre o balcão, a carteira no restaurante ou óculos no provador da loja.

Dica: Objetos pessoais não devem se afastar do corpo. Os homens devem utilizar os bolsos e as para as mulheres podem guardar tudo dentro da bolsa, mas lembre-se de mantê-la próxima do corpo.

8 – Como lembrar a senha do banco?

Explicação: As vezes não lembramos de uma senha, porque números são formas geométricas, abstratas e nem sempre fazem sentido.

Dica: Para criar uma senha simples e segura inspire-se em atividades rotineiras para que o número faça sentido, por exemplo: Acordo as 6:30 e durmo as 22:00, a senha pode ser 630220. Para pessoas com mais idade e que utilizam a senha apenas uma vez por mês para receber um benefício, o ideal é revisar. Para isso fotografe ou faça um desenho do teclado do caixa eletrônico e treine a senha pelo menos uma vez por semana.

9 – Como memorizar um número de telefone?

Explicação: A facilidade de usarmos apenas a memória artificial para guardar números torna a nossa memória mais fraca para números básicos e nos faz desconfiar da nossa capacidade.

Dica: Quando for ligar para alguém, antes de consultar na agenda do celular desafie a sua memória tentando se lembrar do número. Esta estratégia permite sem esforço transferir para a memória natural todos os contatos do celular.

10 – Esqueço o nome de alguém que acabei de conhecer.

Explicação: Quando alguém fala o nome você recebe apenas um som. Isso é memória auditiva, que não é a nossa melhor memória.

Dica: Neste caso, durante a conversa tente associar o nome da pessoa com alguma informação visual, exemplo: Para o meu nome Renato Alves imagine Rena (de Papai Noel) e Aves. Rena + Aves = Renato Alves.

Fonte: Você S/A – Por Renato Alves, 14/05/2010


Jun 15 2010

Consumidor é pouco atento às questões ambientais na hora de comprar

Apesar de amplamente divulgada, a questão ambiental ainda não chegou até os consumidores. Um estudo realizado pela TNS Research Internacional revela que 62% compram, às vezes, produtos com apelo socioambiental. Outros 24% nunca consomem esse tipo de produto e 14% sempre compram itens considerados “verdes”.

O estudo traçou entre os pesquisados três perfis de consumidores: os engajados, os envolvidos e os ausentes. Do total de atitudes praticadas no último mês por aqueles classificados no primeiro perfil, 71% foram em prol do meio ambiente. No segundo perfil, o índice é de 35% a 70%. E os classificados como ausentes praticaram menos de 35% das atitudes em prol do meio ambiente.

Dentre esses perfis, os engajados são os que costumam comprar mais produtos considerados “verdes”. Segundo o levantamento, 60% desse tipo de consumidor sempre consome itens com apelo socioambiental. Outros 33% consomem às vezes, ao passo que os 6% restantes nunca consomem esse tipo de produto.

Entre os envolvidos, o percentual dos que sempre consomem produtos “verdes” alcança apenas 16%. A maior parte (70%) consome às vezes, ao passo que 13% nunca consomem. Considerando os ausentes, apenas 6% consomem itens com apelo socioambiental. Já 56% consomem às vezes e os outros 38% nunca compram esse tipo de produto.

Produtos são inacessíveis

O estudo mostra que, dentre os motivos para nunca comprar itens com apelo socioambiental, a maioria (52%) aponta ser difícil encontrá-los em supermercados e hipermercados.

Outra parcela significativa (45%) disse que nunca viu esses produtos nas prateleiras dos supermercados. O custo é apontado por 36% daqueles que disseram nunca comprar esse tipo de produto.

Segunda a pesquisa, a falta de reconhecimento dos produtos “verdes” e a disponibilidade deles nos estabelecimentos são os grandes entraves para um consumo maior desses produtos.

E, embora uma parcela significativa considere que o alto custo é um dos motivos para não comprar esses produtos, a pesquisa aponta que a maioria dos pesquisados (78%) está pré-disposto a pagar de 5% a 10% mais por produtos ambientalmente corretos.

Por estado

O estudo revela ainda que, dentre os pesquisados das quatro capitais analisadas (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre) que afirmaram nunca comprar itens “verdes”, a disponibilidade é o maior entrave para o consumo em São Paulo e Salvador (ambas com 56%). Em seguida, aparece o Rio (46%)

Em Porto Alegre, o fato de os consumidores não verem esse tipo de produto nos estabelecimentos (47%) é o maior entrave para o consumo dos mesmos.

O custo alto é apontado por 37% dos consumidores pesquisados de São Paulo, 34% dos do Rio de Janeiro, 33% dos de Salvador, 36% dos de Porto Alegre, considerando aqueles que afirmaram que nunca consumiram produtos “verdes”.

Sobre o estudo: Para a pesquisa, foram ouvidas 1.573 pessoas entre homens e mulheres com idade entre 18 e 60 anos das classes A, B e C.

Fonte: InfoMoney – Por Camila F. de Mendonça, 11/05/2010


Jun 15 2010

Diretor financeiro influencia diretamente os resultados da empresa, diz pesquisa

O perfil dos diretores financeiros impacta diretamente nos resultados das empresas. Um levantamento realizado pela unidade de consultoria da IBM aponta que os executivos que se preocupam com a área de finanças e contribuem com ideias para os negócios ajudam a aumentar em 14% a receita, em média.

Além do incremento na receita, a margem de lucro pode ter alta média de 11% e o retorno sobre investimentos pode crescer 12%. Eles também propiciam reação mais rápida das empresas a fatores externos.

Quatro perfis de executivos financeiros

O estudo também identificou a existência de quatro perfis de executivos financeiros: consolidadores de resultados (33%), gestores eficientes (32%), consultores parciais (12%) e integradores de valor (23%). Conheça a característica de cada um:

Consolidadores de valores: mantêm o departamento funcionando com pouca produtividade e direcionado para apuração de resultados;

Gestores eficientes: focados na produtividade do setor financeiro;

Consultores parciais: envolvem-se nas decisões de negócios, embora com muita dificuldade, pois apresentam limitações na produtividades das finanças;

Integradores de valores: contribuem realmente para os resultados financeiros e o desempenho dos negócios.

“Esse último perfil deve ser objetivo de todo CFO (Chief Finance Officer) e pode ser alcançado em etapas. Para isso, o diretor financeiro deve priorizar a entrega de informações confiáveis, por meio de padronização e automação dos processos, eficaz gerenciamento de risco e uso de ferramentas diferenciadas para suportar o processo analítico e decisório nas empresas”, afirma o líder de serviços em consultoria da IBM para a América Latina, Ricardo Gomez.

Impacto na atividades do departamento

Em relação aos fatores que impactam diretamente nas atividades do departamento de finanças, estão mudanças nas demandas do consumidor, do comércio global, acesso e disponibilidade do capital, políticas governamentais e risco crescente.

Gomez explica que o novo cenário pós-crise tem exigido mais desses profissionais. “No Brasil, onde a turbulência foi mais leve e rápida, foram entrevistados 65 CFOs de diferentes setores. Aqui, mais do que no exterior, a agenda dos diretores financeiros está focada em contribuir com a performance empresarial e reação e antecipação às demandas de mercado”, acrescentou.

Perfil do executivo financeiro no Brasil

No caso do Brasil, o histórico de instabilidade da economia do País também gerou maior ênfase no desempenho financeiro, tornando na maioria dos casos a excelência da gestão financeira tão importante quanto a eficiência operacional das empresas. Outra peculiaridade brasileira é em relação ao papel dos CFOs, que têm mais chances de assumir as funções de presidente.

A pesquisa afirma ainda que os CFOs brasileiros acreditam que as pressões de seus respectivos mercados de atuação vão aumentar os obstáculos e também as oportunidades de negócios nos próximos três anos.

Entretanto, o Brasil apresenta mais problemas na automação das rotinas – mais de 50% das empresas produzem métricas manualmente, cerca de 10% não têm padrões e 20% não têm processos uniformizados em comparação com os demais países. Além disso, não há uma preocupação com a criação de uma plataforma única para relatórios que concentraria dados e daria uma visão completa e mais confiável dos principais indicadores.

A rotina do CFO brasileiro está concentrada nas operações transacionais (55%), com apoio a decisões corporativas (23%) e iniciativa de controle, seguindo esta ordem.

Sobre a pesquisa: O estudo foi realizado com 1,9 mil diretores financeiros de 81 países. No Brasil, foram entrevistados 65 CFOs.

Fonte: InfoMoney – Por Karla Santana Mamona, 05/05/2010


Jun 15 2010

Quer ser promovido? Seja um resolvedor de problemas!

Acompanhar a carreira de executivos ao longo dos anos e ver as progressões feitas de acordo as escolhas tomadas pelos mesmos é muito interessante. Existem várias maneiras de crescer na carreira e tornar-se bem sucedido, mas a evidência tem me mostrado que crescem mais os que optam por caçar e resolver problemas. Incansavelmente!

Todos nós temos problemas para resolver na rotina diária de trabalho, mas tendem a ser mais bem-sucedidos aqueles que resolvem os seus problemas e ainda ajudam na solução de problemas que vão além do escopo previamente definido para seu posto de trabalho.

Por exemplo, mudar o plano de saúde dos funcionários é sempre uma questão polêmica e que para muitos empregados pode ser um problema. Se você é um profissional de RH encarregado desta tarefa, pode também elaborar uma série de workshops explicando aos funcionários o que levou a empresa a mudar de plano de saúde, mostrar um quadro explicativo com todas as novas vantagens e mostrar-se aberto para perguntas ao vivo durante as apresentações. Esqueça priorizar as respostas por meio de um endedereço de email; isto poderá ser considerado um meio de comunicação muito frio para um assunto tão importante como este.

Para você que tem uma equipe sob sua gestão, outro exemplo é ficar próximo de um outro time cujo gestor está de férias. Com sua experiência, você poderá suportar estes profissionais em problemas diários como a priorização de ações e até minimizar maiores riscos, uma vez que as correções poderão ser tomadas no início do problema.

Você pode se perguntar se vale à pena o esforço extra, se alguém está vendo sua performance diferenciada e se ao final do dia existe a certeza de que haverá uma recompensa.  A resposta é: não há garantias!! Mas é uma aposta a ser feita. Acreditem: na maioria das vezes este investimento tem um bom retorno!

Na pior das hipóteses, se você tiver uma performance extra, trabalhar duro e quando chegar sua vez, não rolar o reconhecimento, tenha certeza que o mercado fará isto. Não há empresa séria que desperdice a oportunidade de contratatar  um profissional que é reconhecido por muitos como um talento, mas às vezes deixa de ser valorizado por poucos.

No final das contas, esqueça crescimento profissional e promoção sem ter que ralar muito. Como dizia Aristóteles: “Somos o que repetidamente fazemos. A excelência não é um feito, mas um hábito.” Portanto, trate de arregaçar as mangas e mãos-à-obra;  HOJE!!

Fonte: Você S/A – Por Marcelo Cuellar, 04/05/2010


Jun 15 2010

Estudo mostra como a crise se refletiu no setor de RH

O setor de RH foi fortemente afetado pela crise, convive com mudanças significativas nos últimos anos e tem uma série de desafios pela frente. É isso que revelou uma pesquisa mundial realizada pela Lockwood Leadership, representada no Brasil pela consultoria Fellipelli, com profissionais da área em todo o mundo. Segundo o estudo, o maior desafio para os próximos cinco anos é o desenvolvimento de lideranças, seguido da gestão de talentos, do equilíbrio entre necessidades globais e locais e das mudanças de gestão nas organizações.

“O panorama atual exige que o setor esteja focado em identificar os potenciais líderes e desenvolver suas habilidades profissionais, além de gerir adequadamente os talentos. Dessa maneira, poderemos explorar o que cada colaborador tem de melhor, respeitando a individualidade e compondo a mão-de-obra de forma inteligente”, afirma Adriana Fellipelli, sócia-diretora da consultoria. “No Brasil, essas necessidades são ainda maiores, com o desenvolvimento da economia e a crescente posição de destaque no cenário internacional”, destaca.

Segundo os entrevistados, o RH é visto por 34% das empresas como um setor estratégico, e 30% o consideram um agente de mudanças. “Esses índices demonstram a valorização do setor, que tem crescido nas companhias. Nos últimos anos, passamos a ser vistos como uma área dedicada a alcançar resultados específicos, melhorando a capacidade de mudança dentro das empresas”, explica Adriana. Essa visão reflete as modificações que têm ocorrido no setor. Para 36% dos pesquisados, o papel do RH mudou muito nos últimos três anos, atendendo às novas necessidades das empresas, e 21% acreditam que as mudanças foram radicais, com reestruturações substanciais nos serviços.

Em relação às mudanças ocasionadas pela crise econômica, 46% responderam que o impacto foi grande, com modificações nos serviços oferecidos. Os profissionais afirmaram que, além de incluir mais táticas de gerenciamento de crise nos treinamentos, tiveram que reorganizar suas estratégias de gestão devido ao corte de custos.

Finalmente, a pesquisa revelou quais serviços do RH são mais valorizados pelo público interno das empresas. Realização de treinamentos (30%) e a avaliação do trabalho (20%) foram as funções mais votadas. “A pesquisa revela a cara do RH atualmente: um setor estratégico, com a função de consultoria e coaching, e não somente administrativa”, finaliza Adriana.

Fonte: UOL Economia – Canal Executivo, 23/04/2010