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Motivação
e Liderança
Mirian
Ribeiro da Silva
Monografia
apresentada no curso de Organização, Sistemas
e Métodos das Faculdades
Integradas Campos Salles,
sob orientação do Professor Mauro
M. Laruccia
(Disponível
na rede desde novembro de 2000)
Introdução
Nossos
atos se traduzem geralmente em quatro tipos de
comportamentos:
Os
conhecimentos por nós e por qualquer um que nos
observa. Este comportamento varia grandemente conforme nossa
estimativa do que é correto em um ambiente
específico e com diferentes grupos de pessoas.
Limita-se àquilo de que nossos parentes e amigos
estão cônscios e ao que nós consideramos
óbvios, tais como nossas características,
nossa maneira de falar, nossa atitude geral, algumas de
nossas habilidades, etc.
Outras
características de comportamento são
facilmente percebidos pêlos outros, mas das quais,
geralmente, não estamos cientes. É o que
nossos amigos sabem de nós, mas que não nos
dizem e que ao iniciarmos nossa participação
num grupo, comunicamos a todos os tipos de
informações das quais não estamos
cientes, mas que são observadas pelas outras pessoas
do grupo. No rol dessas informações
encontram-se nossa maneira de agir, nosso estilo de
relacionamento, e outros.
Detemos
também informações sobre nós
mesmos que não comunicamos aos outros, mantemo-las
ocultas. O fazemos porque temos medo que se o grupo vier, a
saber, dos nossos sentimentos, percepções
opiniões a respeito do grupo ou dos seus integrantes,
ou de nós mesmos, o grupo poderá rejeitar-nos,
atacar-nos, ou atingir-nos de alguma forma. Em
conseqüência disto, não revelamos tais
informações. Muitas vezes, uma das
razões possíveis pelas quais guardamos o
segredo é que não encontramos elementos de
apoio no grupo a que pertencemos. Temos a
suposição que revelando nossos sentimentos,
pensamentos e reações, os integrantes do grupo
poderão julgar-nos negativamente. Entretanto,
não temos condições de saber como os
membros reagirão realmente, a menos que testemos tal
suposição e revelemos algo sobre nós.
Ou seja, se não assumirmos alguns riscos, jamais
saberemos sobre a realidade e irrealidade de nossas
suposições. Finalmente surgem os fatores da
personalidade, dos quais não estamos conscientes e
que as pessoas que estão relacionadas conosco
também desconhecem.
O
melhor conhecimento de si próprio pode ser conseguido
se:
- Identificarmos
e resolvermos os conflitos que temos dentro de nós
e que impedem a nossa maneira de agir;
- Observarmos
como o nosso comportamento influi nos outros (alegria,
tristeza, raiva, etc.);
- Reconhecermos
as defesas que utilizamos para repelir ameaças
imaginárias ou reais;
- Evitarmos
a tendência à
frustração;
- Flexibilidade
de comportamento.
Somente
a partir do auto-conhecimento é que se pode tentar
compreender o outro em seus atos e decisões. Se eu
possuo barreiras e defesas, conflitos internos que limitam o
meu relacionamento, logo, o outro também
possui.
Passamos
a conhecer melhor as pessoas quando:
A)
Observamos o seu comportamento;
B)
Oportunizarmos a exposição dos seus
pensamentos, sentimentos e ações;
C)
Eliminando as idéias pré-concebidas e
ações esteriotipadas.
Devemos
interpretar as pessoas pelo que elas são e não
pelo o que desejaríamos que fossem.
Liderança
O
tema liderança é muito amplo e abrange
áreas diversas, dos quais podemos citar dois, o
pessoal e o profissional.
Pessoalmente,
tratamos a questão como sendo uma virtude em nosso
caráter, porque o tema é forte e ao mesmo
tempo traz incurtido em si, valores bastante positivos. Se
visualizarmos um líder, teremos a visão de uma
pessoa que possui algumas características, tais como:
confiança, solidez, sensatez, sobriedade,
ético, inspirador, potencializador e etc.
Dentro
das organizações, a historia não
é diferente no tocante às qualidades pessoas
dos líderes. A estrutura de uma
organização exige que se adote, grupos,
seções ou departamentos ou qualquer
divisão que distribua as tarefas dos mais variados
tipos, a serem executadas por diversas pessoas em suas
respectivas categorias de cargo.
Estes
"funcionários" compõem, cada um, uma
peça de engrenagem para funcionamento total da
organização a que se deparam com os mais
variados tipos de situações à que
estão submetidos no seu cotidiano. De acordo com o
grau de instrução, elas não conseguem
sair de algumas situações às quais
não conhecem ou não estão preparadas.
Neste movimento, é que entra o trabalho de uma
liderança, porque temos nele uma diretriz para
qualquer situação, onde podemos encontrar
soluções ou orientação de como
resolve-los.
A
liderança se faz presente dentro de uma
organização, para uma melhor eficiência
e agilidade nos processos administrativos, no atendimento
com os clientes internos e externos, nas
relações interpessoais, na
condução da política
comercial/administrativa e etc.
Definição
Liderança
é um termo carregado de conotações
enviesadas que evoca a idéia de comando ou controle
de um indivíduo sobre os seus seguidores, tendo como
base um conjunto de traços pessoais. Se o poder
é visto como algo negativo, a liderança tende
a ser considerada como uma qualidade. Essa
colocação tem sido um dos fatores que
impedira, através dos tempos, uma análise
neutra e sistemática desse fenômeno que surge
toda vez que pessoas se reúnem em grupo, seja esse
formal ou informal.
A
questão da liderança atraiu principalmente a
atenção dos estudiosos da psicologia e da
administração no afã de se compreender
a emergência e estabelecer a sua eficácia nas
organizações produtoras de bens ou
serviços. Apesar do acúmulo de estudos nessa
área, cujo número tem-se multiplicado nos
últimos oitenta anos, os resultados têm sido
pouco conclusivos. O conceito de liderança tem um
status ambíguo na prática organizacional, da
mesma forma como na teoria. As primeiras
investigações sistemáticas sobre a
liderança centraram-se na procura de um conjunto de
traços universais que distinguiram o líder dos
seus seguidores. Essas características procuradas
variavam desde fatores físicos e constitucionais
até habilidades, traços de personalidade,
história de vida etc. Os resultados dessa linha de
investigação acabaram por redirecionar o foco
para análise da interação mais como uma
forma de relacionamento e com a definição de
categorias ou fatores que captassem as
características do líder eficaz e permitisse
encontrar fórmulas ou prescrições
universais para a liderança ideal.
Os
estudos pioneiros isolaram duas variáveis ou
dimensões que determinariam a liderança
eficaz, a consideração e a estrutura,
sintetizando duas tendências bastante claras das
ciências da administração, ou seja, os
aspectos humanos (consideração) e sós
aspectos técnicos (estrutura). O estilo ideal seria
aquele em que o líder apresentasse alta
consideração (relacionamento e
comunicação) e alta estruturação
(papel ativo no planejamento e direcionamento do
grupo).
Com
inspiração neste modelo bastante simples,
surgiram outros com outras variáveis, todas elas com
um ponto em comum: a busca de estilos ideais. As
diferenças eram a introdução de
variáveis intervenientes situacionais ou
contingências tais como: características,
necessidades, motivação do liderado, natureza
da atividade, condições do meio ambiente, e
etc. Todos esses modelos focalizavam a relação
chefe/subordinado dentro do contexto da
organização, partindo do pressuposto de que o
líder pode adquirir as habilidades requeridas pela
liderança eficaz através do
treinamento.
As
evidências empíricas indicam a ausência
de dados suficientes que comprovem a validade total de
vários modelos, embora cada um deles tenha
contribuído para esclarecer alguns aspectos da
questão.
Tipos
de Liderança
Liderança
Coercitiva
Baseia
seus atos influenciais predominantemente no poder de
coerção e de posição. Definem a
coerção como a habilidade de influenciar
através da potencial punição.
Liderança
Controladora
Esse
estilo de liderança se apóia mais no poder de
posição e de recompensa, embora use
episodicamente o poder de coerção. Esse
é utilizado de forma mais sutil, sob a forma de
manipulação material ou emocional.
A
filosofia básica da liderança controladora
é a falta de confiança nas pessoas, a
crença de que existe apenas uma maneira de fazer as
coisas certas de que as pessoas são incompetentes,
não tem vontade de trabalhar, daí a
necessidade de controlar suas atividades.
Liderança
Orientadora
É
um estilo raramente abordado na literatura especializada por
possuir alguma conotação paternalista. Utiliza
episodicamente o poder da posição &emdash;
portanto a autoridade do cargo, de recompensa, de
conhecimento e de conexão. Ao contrário dos
estilos coercitivos e controlador, que limitam o
âmbito de seus atos influenciais no sentido vertical,
de cima para baixo, a liderança orientadora os
expande também na direção de baixo para
cima e horizontalmente, permitindo assim que as barreiras
estruturais sejam ultrapassadas, tendendo a incentivas a
sinergia organizacional.
Objetivos
A
liderança potente é uma questão de
estar consciente do que está acontecendo no grupo e
agir apropriadamente. Ações específicas
são menos importantes do que a clareza e a
consciência do líder. É por essa
razão que não existem exercícios ou
fórmulas que garantam uma liderança
bem-sucedida.
- A
importância de cada funcionário para a
empresa alcançar seu objetivo;
- Proporcionar
aos funcionários satisfação
pessoal;
- Estimular
o funcionário em relação à
importância de sua função na
empresa;
- Treinar
líderes para que possuem passar aos
funcionários sua importância no crescimento
da empresa e conseqüentemente no desempenho
pessoal.
Fatores
Chaves
Na
liderança podemos dizer que o fator chave
é:
- Ressaltar
a divisão do trabalho
- Os
objetivos
- O
poder como forma de controle dos esforços
integrados visando objetivos e variedade mutabilidade dos
papéis atribuídos às pessoas que
fazem parte da organização
- Suas
normas
- Distribuição
de autoridade
- Sistema
de incentivos ou recompensas.
Fatores
Críticos
Alguns
fatores críticos:
Todos
que estão envolvidos diretamente ou indiretamente no
projeto de crescimento tem que participar e se dedicar mesmo
sendo contra e se não houver a
participação de todos neste projeto não
alcançaremos o objetivo esperado;
Saber
trabalhar com as opiniões
contraditórias;
Se
um funcionário não for liderado, ele pode se
deixar levar por outros objetivos que não seja de
interesse da empresa, não saberá qual
direção o seguimento da empresa, com isto
poderá prejudicar a parte operacional;
O
líder não muda as pessoas que fazem parte do
sistema e não querem mudar; enquanto os seres humanos
não decidirem alterar sua forma de trabalho,
melhorando sua ação e assumindo
responsabilidade pessoal e a liberdade de crescimento,
prevalecerão as velhas hierarquias e os velhos
estilos de liderança.
Influenciar
mais, influenciando menos
Os
que ocupam posições de liderança
não são independentes, capazes, por si
sós, de determinar o curso dos acontecimentos.
São parte integrante de um sistema mais amplo de
interações que envolvem variáveis das
mais diversas. Dentre essas destacam-se
características, necessidades e reações
dos liderados, a natureza do relacionamento com outros
líderes, o clima organizacional, as políticas
administrativas, a natureza da atividade e seus objetivos, a
estrutura organizacional e as condições do
meio ambiente onde a organização está
inserida.
Todos
esses aspectos interferem na criação de
padrões de comportamento e relacionamento entre as
pessoas, de valores, expectativas, normas formais e
informais e de reações que se combinam
dinamicamente e se cristalizar num conjunto que se
convencionou chamar de cultura da
organização.
Essa
por sua vez estimula ou restringe a utilização
das várias formas de poder existentes. Cada
organização desenvolve determinadas
características culturais próprias e procura
selecionar pessoas, cuja maneira de ser e atuar sejam
compatíveis com essas características. Quanto
mais o comportamento do indivíduo se assemelhar ao
"ideal" de uma determinada organização,
maiores serão as suas chances de ascender
posições hierarquicamente mais elevadas,
reforçando, desta forma, a cultura organizacional
existente. Por essa razão, certos estilos de
liderança são mais valorizados do que
outros.
Uma
Liderança Eficaz
Embora
não haja consenso entre os estudiosos a respeito da
liderança eficaz e das múltiplas
variáveis que nela intervêm, todos concordam
num ponto central: sua importância para o
desenvolvimento e a sobrevivência das empresas
produtoras de bens ou serviços, sejam elas
públicas ou privadas.
A
história, grande mestra da humanidade, tem
demonstrado que a utilização abusiva e
inadequada do poder contextual através da
coerção, autoritarismo e
distribuição de recompensas manipulativas que
oprimem e despersonalizam os seres humanos, começa a
criar reações individuais e coletivas em
vários setores da sociedade, particularmente nas
organizações.
O
modelo de gerenciamento militar comanda pela autoridade; a
liderança empresarial precisa obter lealdade,
alcançar comprometimento e merecer respeito.
Só assim poderá exercer atos influenciais que
integrem os indivíduos ao redor de objetivos comuns e
ações coletivas.
Liderança,
como já foi visto, é um fenômeno
relacional, os atos influenciais geram reações
nos liderados e essas, por sua vez, estimulam respostas nos
líderes. O relacionamento entre líder e
liberado não se dá, entretanto, no
vácuo, mas sim numa determinada realidade social que
envolve situações e contingência das
mais variadas. Líder e liderados atuam num
cenário dinâmico de interações,
permeadas por intenções e finalidades
limitadas em algum tipo de estrutura, como ó o caso
da empresa. Uma das alternativas para a análise da
eficácia dos estilos de liderança considerados
é verificar como os atos de influências em
termos da energia despendida pelo líder e grau de
controle que esse tem sobre o liderado, atuam no grau de
envolvimento desse último.
A
liderança coercitiva, como aqui considerada,
baseia-se no uso do poder de coerção e
posição, que depende alta quantidade de
energia, procurando o maior controle possível sobre
as ações e reações do liberado,
o que tende a gerar passividade, alienação,
despersonalização e reações
lentas e estereotipadas aos atos influenciais.
Ameaças, punições e pressões por
parte do líder se multiplicam num esforço de
vencer a barreira da indiferença e da ausência
de comportamento que caracteriza a atuação do
liberado. Isso significa atenção
contínua no sentido de evitar desvios dos
padrões rigidamente estabelecidos e presença
física constante de uma figura de autoridade para
assegurar o cumprimento estrito das diretivas, impedindo o
envolvimento que é um ato voluntário e
consciente.
A
repressão transforma as pessoas em máquinas ou
coisas, destituídas da capacidade de decidir,
irracionalidade e a ineficiência do trabalho, escravo
ou forçado, de pessoas esmagadas pelo temor das
represálias ou morais.
Nenhuma
organização que atua num mercado competitivo,
onde a qualidade e o custo dos bens ou serviços
são essenciais para a sua sobrevivência, pode
se dar o luxo de desperdiçar energia humana, seja de
líderes, seja de liderados. Lideranças
coercitivas disperdiçam cronicamente essa energia,
controlam desnecessariamente, impedindo o envolvimento das
pessoas. Os diferentes tipos de poder usados pelo
líder têm efeitos marcadamente diversos nos
subordinados (liderados).
No
caso da liderança controladora, embora a energia
despendida seja menor e a forma de controle mais formal e
impessoal, baseada em normas e procedimentos, há uma
pressão difusa que impede o livre pensar e
iniciativa. É a padronização de
atividades em busca da eficiência mecânica. Esta
liderança também gera subcondutividade, pois,
ao procurar reduzir a realidade e padrões
estáveis e repetitivos de atuação,
não consegue lidar com a impresivibilidade dos
acontecimentos. A energia despendida no esforço da
padronização, permite, entretanto, a
possibilidade de um controle menos próximo, sem a
constante presença física do líder, que
é constituída pela figura de autoridade
onipresente e onisciente que cobra, controla e busca erros,
evitando os contatos face a face e preferindo a pura e
simples aplicação das regras, normas e
procedimentos formais fornecidos pelo poder contextual que a
organização lhe atribui.
Padrões
de controle encorajam a participação
mínima, levam o funcionário a cumprir regras e
nada mais. Além disso, atender aos instrumentos de
controle tende a se tomar o objetivo dos subordinados, pois
é assim que esses administram suas próprias
inseguranças e evitam sanções, controle
encoraja o funcionário a atuar segundo o manual de
normas e procedimentos, impedindo o seu envolvimento com os
resultados e objetivos da
organização.
Na
liderança orientadora, a energia distendida é
menor do que nas anteriores, sendo o mesmo verdadeiro para o
grau de controle exercido sobre os liderados. Essa assume a
forma de acompanhamento, supervisão,
orientação e esclarecimentos
periódicos. Os relacionamentos face a face tendem a
ser mais freqüentes, baseando-se mais no poder de
conhecimento e conexão do que na
posição de recompensa.
O
liderado, por sua vez, goza de um espaço
confortável para atuar, desde que não ameace a
autoridade, experiência, prestígio e
conhecimento dos que ocupam posições de
liderança. As normas, regras e procedimentos normais
são reduzidos, embora existam padrões
informais, considerados tacitamente, que valorizam o
respeito, a colaboração e a harmonia, mesmo
que superficiais. Isso libera o líder da necessidade
de exercer um controle maior sobre o liderado, uma vez que
esse tem consciência dos limites tolerados pelo
contexto social. Essas condições resultam numa
maior probabilidade de se elevar o nível de
envolvimento do liderado com os resultados e objetivos da
organização.
A
liderança integradora utiliza pouca energia para
exercer atos influenciais, uma vez que atua por
emulação, identificação,
exemplo, absorvidos voluntariamente pelo liderado,
eliminando assim a necessidade de controle do líder.
A ausência de controle tende a facilitar e a estimular
a elevação do nível de envolvimento do
liderado. O exercício do controle pode influenciar o
grau de envolvimento dos membros de uma
organização, e os indivíduos podem
variar sua amplitude de envolvimento desde a
alienação (envolvimento negativo) até o
compromisso (envolvimento positivo). Uma outra alternativa
para avaliar a eficácia dos vários estilos de
liderança proposta diz respeito à
duração dos atos influenciais do líder
em relação ao liderado e ao grau de
resistência provocado no mesmo.
A
qualidade relacional entre líder e liderados
poderá ser baixa quando a duração dos
efeitos do ato influencial for curta e o grau de
resistência do liderado for alto. Isso equivale a
dizer que a eficácia será baixa, obrigando o
líder a repetir o ato influencial cada vez que
pretender obter uma determinada
reação.
Esse
caso típico da liderança coercitiva que atua
através da ameaça, punição ou
sofrimento. Tende a gerar no liderado a resistência
passiva, caracterizada pela lentidão,
interpretação distorcida do ato influencial,
sabotagem, desinteresse, além da submissão.
São essas reações que provocam a
escalada do poder de coerção e o abuso do
poder de posição como justificativas
"aceitáveis" para as punições, gerando,
em conseqüência, mais resistência que
poderá desembocar na violência.
Quanto
os atos influenciais são exercidos através da
lideração de estilo controlador, a sua
duração tenderá a ser média,
gerando um grau semelhante de resistência. Por essa
razão, a eficácia pode ser considerada
mediana, levando o líder à necessidade de
reforçar seus atos influenciais com controles
indiretos apoiados em formas formais, cobrança
periódicas e medidas disciplinares, além de
manipulação através de prêmios,
recompensas e vantagens, que acabam por estimular a
competição entre os liderados, inibindo assim
a integração e a confiança tanto entre
esses últimos quanto entre líderes e
liderados. Isso gera uma lealdade interesseira e
contingencial que prejudica a moral do grupo.
Motivação
O
termo motivação é usado para designar
um problema do indivíduo isolado, para compreender a
sua motivação no trabalho e a necessidade de
conhecer as causas e as formas de ação e
direção da motivação. Os
indivíduos possuem valores, opiniões e
expectativas em relação ao mundo que os
rodeia, possuindo representações
internalizadas do seu ambiente.
A
motivação se refere ao comportamento que
é causado por necessidades dentro do indivíduo
e que é dirigido em direção aos
objetivos que podem satisfazer essas necessidades. Assim, o
homem passou a ser considerado um animal dotado de
necessidades que se alternam ou se sucedem conjunta ou
isoladamente. Satisfeita uma necessidade, surge outra em seu
lugar e, assim por diante, continua e
infinitamente.
Tipos
de Motivação
O
indivíduo precisa suprir suas necessidades para
motivar-se e alcançar seus objetivos. Não
é só o dinheiro que motiva o trabalhador,
há também outras necessidades que cada um tem.
Os fatores de satisfação que envolvem
sentimentos de realização, de crescimento
profissional e de reconhecimento que se podem experimentar
num trabalho desafiante e pleno. Esses fatores tem um efeito
positivo sobre a satisfação no trabalho,
muitas vezes, resultando um aumento da capacidade total de
produção da pessoa.
Fatores
Motivadores
- Realização
- Trabalho
Desafiante
- Reconhecimento
do Desempenho
- Trabalho
Desafiante
- Maior
Responsabilidade
- Crescimento
e Desenvolvimento
As
pessoas são levadas à ação
também para cumprir determinadas tarefas
através de motivos. Existem fatores que dão
estímulo para essa pessoa realizar as tarefas.
São os meios de motivação que
são diversificados.
Motivação
Externa
Muitas
pessoas realizam determinadas tarefas por serem "obrigadas",
ou seja, são impostas determinações
para que essa pessoa cumpra. Uma meta. Esse tipo de
motivação não é adequado. Onde
por ter sido exposta, não haverá um empenho
total nas tarefas, ao contrário, isso vai gerar um
desinteresse ainda maior, prejudicando assim a
realização da tarefa.
Pressão
Social
Muitas
pessoas pelo conviveu em sociedade são motivadas por
pressões que esse meio social determina. A pessoa
cumpre as atividades porque outras pessoas também o
fazem. Ela não age por si, mas sim, para acompanharem
e cumprirem as ações ou perspectivas de outras
pessoas. Esse tipo de motivação também
não é totalmente "rentável". A pessoa
toma a iniciativa motivadora mas não é por si
própria. Senão assim não há um
contentamento pessoal.
Automotivação
Ocasionalmente,
são encontradas pessoas que agem por iniciativa
própria. Fazem tudo por que elas querem. Em muitos
casos, a pessoa automotivada mora onde quer morar, do modo
como prefere, e age em função de objetivos que
escolheu, como bons para ela. A automotivação
se resume na convicção que a pessoa tem de que
deseja os frutos do sucesso e os deseja tão
ardentemente que está disposta a lutar por
eles.
As
Motivações para o Trabalho
O
estudo da motivação tem-se feito aplicar a
todos os ramos da atividade humana e é, em especial,
no campo organizacional que muitos pesquisadores têm
dedicado o melhor de seus esforços no sentido de
poderem caracterizar objetivos motivacionais no trabalho.
Com isso, tem-se procurado descobrir por que o homem
trabalha.
Principais
motivos humanos; classificados sob os objetivos gerais de
sobrevivência e segurança,
satisfação e
estimulação
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SOBREVIVÊNCIA
E SEGURANÇA (MOTIVOS DE
DEFICIÊNCIA)
|
SATISFAÇÃO
E ESTIMULAÇÃO (MOTIVOS DE
EXCESSO)
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Referentes
ao corpo
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Evitar
fome, sede, falta de oxigênio, excesso de
calor e frio, fadiga, músculos supertensos,
doenças e outros estados
desagradáveis ao corpo.
|
Obter
experiências sensoriais agradáveis de
gostos, cheiros, sons, etc.; prazer sexual,
conforme físico: exercício dos
músculos, movimentos rítmicos do
corpo, etc...
|
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Referente
às relações com o
ambiente
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Evitar
objetos perigosos, feios, chocantes e
desagradáveis; buscar objetos
necessários para a segurança e
sobrevivência futuras; manter um ambiente
estável, claro e seguro, etc...
|
Obter
posses agradáveis; construir e inventar
objetos; compreender o ambiente; resolver
problemas; jogar; buscar novidades e
mudanças ambientais, etc.
|
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Referentes
às relações com outras
pessoas
|
Evitar
conflitos e hostilidade interpessoal; manter
participação, prestígio,
status nos grupos; obter cuidado dos outros;
conformar-se aos valores e padrões do grupo;
conseguir poder e domínio sobre os outros,
etc.
|
Conseguir
amor, identificação positiva com as
pessoas e grupos; ter prazer na companhia de outras
pessoas; auxiliar a compreender os outros; ser
independente.
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Referentes
ao EU
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Evitar
sentimentos de inferioridade e fracasso na
comparação com outros ou com o EU
ideal; evitar perda de identidade; evitar
sentimentos de vergonha, gula, medo,
angústia, tristeza, etc.
|
Obter
sentimentos de auto-respeito e
autoconfiança; exprimir-se; ter sentido de
realização; sentir-se desafiado;
estabelecer valores morais e outros; descobrir
lugar significativo do EU no universo.
|
A
partir dos dados acima foram criadas teorias sobre a
motivação no trabalho. Uma das teorias que
teve maior importância foi à criada por Abraham
Maslow que propôs em um tipo de
classificação ou hierarquia dos motivos
humanos em primeira instância, coloca as necessidades
corporais ou filosóficas seguidas dos incentivos
sociais que, uma vez satisfeitos, precedem a uma
última classe de incentivos, que denomina de
incentivos de ego, caracterizados pelo domínio do
conhecimento, isto é, abrangem necessidades
verdadeiramente psicológicas, ou, mais
explicitamente, de auto-realização.
A
idéia de hierarquizar os motivos humanos foi, sem
dúvida, a solução inovadora para que se
pudesse compreender melhor o comportamento humano na sua
variedade, não só relacionando esse motivo a
um único indivíduo, como também
estudando-os em pessoas diferentes. Ao
hierarquizá-los, pode-se compreender que tipo de
objetivo está sendo perseguido pelo indivíduo
em dado momento, isto é, que necessidades energizam o
seu comportamento.
É
necessário, portanto, frisar que um mesmo
indivíduo ora persegue objetivos que atendem a uma
necessidade, ora buscam satisfazer outras. Tudo depende da
sua carência naquele momento. Complementarmente,
deve-se entender que duas pessoas não perseguem
necessariamente o mesmo objetivo no mesmo momento. Portanto,
o importante, ao se procura se diagnosticar determinado tipo
de comportamento motivacional, em dado momento, é
procurar descobrir que necessidades estão em jogo,
isso explica muito como e porque o indivíduo age.
Mais objetivamente, uma mãe não deve pretender
que seus filhos tenham necessidades idênticas, um
professor não pode concluir que seus alunos tenham
para com sua disciplina e seus métodos
didáticos os mesmos interesses. Um chefe de
seção não pode pensar que seus
subordinados esperem do serviço iguais tipos de
recompensa. O problema das diferenças individuais
assume importância preponderante quando falamos de
motivação.
Há
que se considerar, portanto, dentro desse clima, que existe,
como se fosse possível assim dizer, uma caminhada do
indivíduo em situação de trabalho que
vai desde o atendimento de necessidades mais elementares
até o atingimento de necessidades mais elementares
até o atingimento de plena maturidade motivacional
que seria a sua auto-realização. Essa busca do
menos para o mais é parte implícita à
natureza humana e, se as condições
organizacionais assim o ajudarem, ela passará
naturalmente.
Com
essa visão deixa-se de pensar que o indivíduo
persiga um único objetivo durante toda sua vida, o
que quer dizer ampliar de alguma forma o horizonte de
compreensão do comportamento humano. Outro aspecto
interessante é aquele que deixa subjacente a
idéia de que o processo motivacional permite um
renovar constante da direção comportamental de
cada um, ou seja, a pessoa amadurece, se desenvolve e busca
constantemente a sua própria
realização.
A
complexidade da motivação nas
organizações, originou vários tipos de
teorias que podem atender "parcialmente" o problema da
motivação em um determinado espaço de
tempo, pois com as constantes mudanças que ocorrem no
dia a dia, as necessidades também vão se
alternando. Portanto é impossível fazer um
diagnóstico a longo prazo.
Está
claro que as condições de vida moderna
dão a essas necessidades, relativamente fracas, uma
limitada possibilidade de adquirirem expressão. A
frustração que a maioria das pessoas sofrem
com relação às necessidades de
nível inferior determina uma dispersão de
energia na luta para satisfazer aquelas necessidades,
enquanto as de auto-realização permanecem
adormecidas.
Apesar
de tudo o que foi dito antes, o que todas teorias provaram
que ao favorecer a realização pessoal,
demonstrando reconhecimento pelo valor profissional
oferecendo oportunidades de promoção, dando
responsabilidade a cada um, tornando agradável o
próprio trabalho e possibilitando o crescimento do
indivíduo, as organizações podem
atingir maiores níveis motivacionais de seus
empregados.
Relação
Liderança/Motivação
O
fator de relacionamento da empresa com o funcionário
e do funcionário com a empresa é de extrema
importância para o tem motivação, sendo
que dentro desse fator à atuação do
líder influi decididamente na motivação
dos funcionários.
Dentre
os tipos de liderança, os que mais influenciam para
motivação dos funcionários são:
liderança autocrática e liderança
democrática.
Liderança
autocrática: esse tipo de liderança é a
que menos motiva, pois é impositiva, que implica
dizer com clareza o que fazer, como onde e quando faze-lo. O
líder traça um plano, determina as diretrizes
e o funcionário apenas executa ordens. Não
participa. É uma comunicação de
mão única. Há pouco apoio emocional.
Neste tipo de liderança não existe
preocupação ou interesse pelas pessoas e sua
necessidades. O líder concentra-se apenas nas
necessidades da organização (desempenho
elevado). As pessoas são consideradas como "input" ou
instrumento a mais, uma coisa, um objeto para conseguir os
objetivos da empresa. Nesta liderança perde ambos, a
empresa e os funcionários, a motivação
é inexistente. De qualquer modo algumas empresas
ainda utilizam esse tipo de liderança almejando uma
produtividade maior, o que não acontece na
prática.
Liderança
democrática: nesse tipo de liderança o
líder continua a dirigir e supervisionar atentamente
a realização da tarefa, mas também
dá apoio sócio-emocional: solicita e pede
sugestões. Envolve as pessoas em discussões de
trabalho (participação), reconhece e elogia
(carícias psicológicas), ouve as pessoas,
proporciona respeito, amizade e calor humano, elogiam as
boas idéias e induz a arriscar, etc.
Ou
seja, esse tipo de liderança que não é
o mais usado, mas é o mais recomendado certamente
é o que mais motiva, mas ainda está longe do
ideal esperado não pelos empregados, mas pelos
próprios administradores, pois com o nível de
motivação ideal o crescimento em todos os
setores da empresa podendo ser utilizado inclusive como
estratégia de marketing, já que a imagem da
empresa é vista com outros olhos por todo o mercado.
Se tratando de qualidade do serviço e dos empregados,
em uma empresa que há motivação
poderá ser feita uma seleção já
que haverá excedente de mão de obra.
Concluindo que o tipo de liderança influi
decididamente na motivação dos
empregados.
Autoridade
e Liberdade
Os
seres humanos trabalham para satisfazer suas necessidades,
mas nem todas as pessoas conseguem alcançar seus
objetivos, tornando-se insatisfeitas.
A
empresa também precisa satisfazer suas necessidades,
produzindo bens e serviços através da
força de trabalho dos funcionários e com este
um equivalente valor econômico.
Todavia,
as pessoas não trabalham apenas para ganhar
salário, e sim para realizar-se profissionalmente, ou
seja, satisfazer suas perspectivas em si.
Os
trabalhadores estão em busca de
motivações profissionais como: a aprendizagem
em novos serviços, fazendo com que os
funcionários consigam adquirir mais conhecimentos,
novos interesses com o novo objeto de trabalho; o
método de trabalho, onde as
organizações (empresas que são
agrupamentos de pessoas que se unem afim de atingir
determinados objetivos), seguindo uma forma padronizada de
agir, produzindo um comportamento social e desempenhando
seus papéis nas organizações, pois sem
normas e padrões seria impossível evitar o
caos e a desordem. Para que não haja desordem
é necessário um controle sobre os
funcionários, ou seja, autoridade, que é o
direito de dar ordens e fazê-las cumprir por meio de
recompensas e punições. Há três
formas de autoridade:
- Autoridade
Tradicional: só fundamentada através de
tradições, onde as pessoas aceitam e por
isso obedecem;
- Autoridade
Carismática: a autoridade e o poder se dão
devido às características pessoais
carismáticas com o líder, não tendo
nenhum poder formal.
- Autoridade
Burocrática: se fundamenta nas leis e normas
escritas, orientando a vida da empresa, como por exemplo,
os funcionários aceitam as ordens dos superiores
assim como estão determinadas as leis e normas da
empresa.
A
melhor forma de autoridade é a democrática,
porque todos podem definir sua opinião, gerando
contentamento e satisfação. Há
vários fatores que contribuem para a
satisfação no trabalho como os fatores
higiênicos que referem-se às
condições que rodeiam as pessoas, englobando
as condições físicas e ambientais do
trabalho, o salário, benefícios sociais, o
clima das relações entre a
direção e empregados, reconhecimento,
responsabilidade, promoção, segurança,
tudo isso faz com que a empresa atinja alto índice de
produtividade, conseguindo obter um lucro maior, pois
consegue satisfazer as necessidades e objetivos dos
funcionários da empresa. Uma
organização humana, ou seja, uma empresa tem a
necessidade de ser direcionada por alguém (diretor)
para influir nas atividades dos grupos para atingir as metas
da empresa, mas a autoridade deve estar relacionada com a
liberdade. Isso significa que todos os indivíduos que
fazem parte deste grupo devem seguir as normas e os
padrões da empresa, isso é uma espécie
de "polícia invisível", onde cada
indivíduo sabe qual é o seu limite, portanto
ele se auto-policia.
A
liberdade, no aspecto qual comentamos ajuda no
desenvolvimento do pessoal, animando os empregados a
trabalharem para seu próprio autodesenvolvimento,
melhorando seu desempenho e desenvolvendo seu potencial
futuro, estabelecendo o plano de aperfeiçoamento
individual; na comunicação, melhorando e
aumentando a comunicação entre os diretores e
seus colaboradores, facilitando o diálogo entre o
chefe e o empregado e a compreensão dos interesses e
objetivos do pessoal, identificando os problemas que afetam
o rendimento de toda a equipe; no reconhecimento, cumprindo
a obrigação moral de dar a conhecer aos
empregados a avaliação de seu desempenho,
parabenizando e premiando os que tiveram uma
atuação com mérito e alertando os que a
tiveram insatisfatória; no planejamento, faz com que
o desenvolvimento e aplicações de novos
métodos, complementem os regulamentos feitos pela
diretoria; na delegação da autoridade,
delegando a seus subordinados a autoridade adequada para que
eles possam cumprir suas responsabilidades e seus objetivos
nos devidos limites com respeito aos assuntos, cuja
competência de decisão convenha estar
centralizada na sua posição.
Devemos
ressaltar também que a autoridade esta está
correlacionada com a liberdade e que sempre deve estar
presente no trabalho em equipe, por que as pessoas quando
trabalham em grupos, unem a capacidade intelectual de cada,
atuando de maneira responsável, participativa e
cooperativa, afim de afirmar suas próprias
idéias com criatividade, solucionando os problemas
que afetam na produção de bens e
serviços da empresa.
Conclusão
Para
manter uma sólida posição de
liderança, precisamos entender que qualquer
organização seja ela uma nação,
cidade ou empresa privada, recebe aceitação
explícita ou implícita dos grupos que
são afetados por sua existência, ou seja, os
resultados que dizem respeito à liderança quer
sejam eles positivos ou negativos estão atrelados
à aceitação das pessoas que se
relacionam com a ela. Para que possamos implantar,
desenvolver, conduzir e gerir uma liderança eficaz se
faz necessário o entendimento da mesma, uma vez que
temos como diretriz, um líder, o qual
conduzirá os demais componentes da
organização, a sucumbir às expectativas
anteriormente expostas a eles em forma de objetivo,
aprendizagem ou meta. Portanto, podemos dizer que neste
caso, a liderança é vista como uma forma
explícita de entendimento. A aceitação
implícita está veiculada ao fato de não
termos uma relação direta com ela, pois temos
aqui uma forma de liderança natural de grupos ou
pessoas que já trazem consigo esta
característica, que, por conseguinte denominamos de
líderes.
A
organização como um todo deve ter um
único objetivo, bem disseminado dentro dela mesma,
pois seria uma perca de tempo treinar e integrar às
concepções da organização,
apenas o alto nível hierárquico, os altos
escalões dentro da "pirâmide organizacional".
Estas informações são recebidas para
uma melhora no desempenho tanto individual como para os
diversos grupos existentes dentro da
organização. Tal fato visa integrar o corpo de
funcionários da organização para uma
mesma direção, onde todos falem a mesma
língua, onde todos sigam para o mesmo caminho, onde
todos conheçam a organização como se
fosse "sua". Isto colocaria, desde o alto escalão
até o mais simples colaborador uma imagem de que
todos estão unidos em um único objetivo que
é a melhor prestação de serviço
para o seu cliente.
Referências
Bibliográficas
BERGAMINI,
Cecília W. & CODA, Roberto. Psicodinâmica
da Vida Organizacional: Motivação e
Liderança. São Paulo: Atlas, 1997.
KONDO,
Yoshio. Motivação Humana. São
Paulo: Gente, 1994.
REVISTA
HSM MANAGMENT. São Paulo: HSM, ano 4, jan-ago de
2000.
REVISTA
Você S.A. São Paulo: Abril, ano 2000.
Diversas.
TANNEMBAUM,
Arnald S. Psicologia Social da Organização do
Trabalho. n.d.
WARREN,
Bennis. A Formação do Líder.
São Paulo: Atlas, 1996.
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